O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) teve sua candidatura ao Governo da Bahia oficializada nesta quarta-feira (22), durante a convenção estadual da coligação de oposição realizada no Centro de Convenções de Salvador. O evento reuniu milhares de apoiadores, prefeitos, deputados, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões do estado, marcando o início oficial da campanha eleitoral.
Além da homologação da candidatura de ACM Neto, a convenção confirmou Zé Cocá (PP) como candidato a vice-governador. Também foram oficializadas as candidaturas ao Senado do atual senador Angelo Coronel (Republicanos) e do presidente estadual do PL, João Roma. A composição da chapa representa a aliança entre União Brasil, PP, PL, Republicanos e outros partidos que integram a oposição na Bahia.
Durante seu discurso, ACM Neto afirmou que a principal missão da aliança é promover mudanças na administração estadual. O candidato também minimizou possíveis divergências entre os partidos aliados em relação à disputa presidencial, afirmando que o objetivo comum é apresentar uma alternativa de governo para a Bahia.
Em outro momento da convenção, ACM Neto fez críticas à gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT), afirmando que o atual governo já foi avaliado pela população e defendendo que a eleição de 2026 representa uma oportunidade para mudança de rumo no estado.
A mobilização foi considerada uma das maiores já realizadas pela oposição baiana em período de convenções, com forte presença de caravanas vindas de diferentes municípios do interior. A expectativa da coordenação da campanha é intensificar, a partir de agora, a agenda de visitas às cidades baianas e ampliar o contato direto com o eleitorado.
A convenção marca o início oficial da caminhada eleitoral de ACM Neto rumo à disputa pelo Palácio de Ondina. O ex-prefeito de Salvador volta a concorrer ao Governo da Bahia após disputar o segundo turno das eleições estaduais de 2022 e inicia a campanha de 2026 apostando na união das forças de oposição e na apresentação de propostas para áreas como saúde, segurança pública, educação, infraestrutura e geração de empregos.









